Teatro

«Sou uma atriz de ofício, acesa no encanto.

# PEÇAS
Em 2017, estreio meu espetáculo autoral "Contando Fados", no qual trago para a cena minhas raízes e paixão pelo Fado, dividindo o palco com o músico Victor Lopez.
Também me preparo para viver Amena Yammine, uma refugiada síria em "O Mundo Indecifrável", de Luize Valente.

Em 2015, encenei "Quenga! Quenga! Quenga!", de Segundo Torres, com a minha companhia, Revoada Cia. D' Arte, dentro do projeto Palcos Urbanos. Dei vida à protagonista, a Quenga, papel com o qual fui indicada Melhor Atriz no XIII Festival de Teatro do Rio de Janeiro.

Em 2014, fiquei em cartaz no espetáculo "Anônimas", dirigido por Roberto Naar, interpretando Inês e Bárbara (alternadamente, em dias diferentes), com textos de minha autoria. O espetáculo aconteceu simultaneamente em dois espaços cênicos do Rio de Janeiro, no Teatro do Jockey e no Midrash.

Outros personagens que vivi: Hamlet em "Hamlet 2012" (William Shakespeare | Tradução e Adaptação: Carolina Floare | Direção: Sílvia Carvalho); Aurora em "Os Sete Gatinhos" (Nelson Rodrigues | Direção: Sílvia Carvalho); Gisella, Suzana e Sandrão em "Banheiro Feminino" (Texto e Direção: Regiana Antonini); Julieta, Senhora Capuleto e Teobaldo em "Romeu e Julieta" (William Shakespeare | Direção: Mariozinho Telles); a Condessa Chiquinha, Quitéria e Faustina em "Crônicas" (Arthur Azevedo | Direção: Gilles Gwizdek); Madeleine em "A Queda da Casa de Usher" (Allan Poe | Direção: Sílvia Carvalho); a Mulher dos Olhos Verdes em "Olhos Verdes" (Gustavo Adolfo Bécquer | Direção: Sílvia Carvalho).

Como Hamlet em "Hamlet 2012", fiquei em cartaz por duas temporadas no Rio de Janeiro, uma no Teatro Maria Clara Machado (Planetário da Gávea) e outra no Teatro Municipal do Parque das Ruínas e recebi, no X Festival de Teatro Cidade do Rio de Janeiro, Prêmio de Melhor Atriz (2012). Com tradução, adaptação, direção assistente e produção minhas, e direção de Sílvia Carvalho, a peça ganhou ainda indicações nas categorias de Melhor Espetáculo, Melhor Atriz Coadjuvante (Eloise Marangoni) e Melhor Figurino.


# TEATRO INFANTIL
Minha experiência com o teatro infantil inclui os personagens Malévola e Camponesa em "A Bela Adormecida" e Ivana, A Gata em "Pedro e o Lobo", ambas as peças integradas no movimento Teatro Encantado e dirigidas por Sílvia Carvalho, em 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015.

Durante o primeiro semestre de 2011, permaneci em cartaz, na Companhia de Teatro Contemporâneo do Rio de Janeiro, com o musical infantil "A Festa no Céu", onde dava vida ao Jabuti Butija, um dos dois protagonistas da história.


# LEITURAS DRAMATIZADAS
Em 2011, participei de dois Ciclos de Leituras Dramatizadas na Companhia de Teatro Contemporâneo, no primeiro atuando como Dilma em "Abajur Lilás", de Plínio Marcos, e no segundo (que co-produzi) como Blanche Dubois em "Um Bonde Chamado Desejo", de Tennessee Williams.


# DIREÇÃO
Em 2015, assumi, juntamente com meus companheiros da Revoada Cia. D' Arte, a direção da peça inédita de Segundo Torres, "Quenga! Quenga! Quenga!", a qual também protagonizei.

Em 2012, assumi o cargo de Diretora Assistente da peça "Hamlet 2012", tendo em vista a participação da peça no X Festival de Teatro Cidade do Rio de Janeiro, com metade do elenco renovado relativamente às duas temporadas anteriores. A peça recebeu, então, a indicação de Melhor Espetáculo.

Em 2010, assisti Gilles Gwizdek na direção de "Os Moços Bonitos", peça adaptada pelo diretor francês a partir de "Teatro a Vapor", de Artur Azevedo, e que ficou em cartaz na Companhia de Teatro Contemporâneo.


# COMPANHIAS
Estou em atividade nas seguintes companhias:

Revoada Cia D'Arte | Fundadora, Diretora Artística, Atriz
Companhia artística de pesquisa e fusão das áreas do Teatro, Cinema, Dança, Música e Artes Plásticas. Seu primeiro trabalho é a peça "Quenga! Quenga! Quenga!" e está em gestação a peça "Nas Voltas do Meu Coração".

Teatro Encantado | Fundadora, Atriz, Produtora
Movimento de teatro infantil com uma missão de resgate das histórias de encantar.»


O trabalho do ator é mais depravado do que uma simples transmissão, tem um quê de sedução.
É carregar, é arrastar consigo, é puxar, é fazer: vem, vem, que eu te levo.
DÉBORA DUARTE
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