Teatro

«Sou uma atriz de ofício, acesa no encanto.

# PEÇAS
Em 2018, me preparo para viver Amena Yammine, uma refugiada síria em "O Mundo Indecifrável", de Luize Valente.

Em 2017, fiquei em cartaz durante seis meses, com lotações sucessivamente esgotadas no Rio de Janeiro, com meu espetáculo autoral "Contando Fados", no qual trazia para a cena minhas raízes e paixão pelo Fado, dividindo o palco com o músico Victor Lopez. É um espetáculo no qual atuo, danço e canto.

Em 2015, encenei "Quenga! Quenga! Quenga!", de Segundo Torres, com a minha companhia, Revoada Cia. D' Arte, dentro do projeto Palcos Urbanos. Dei vida à protagonista, a Quenga, papel com o qual fui indicada Melhor Atriz no XIII Festival de Teatro do Rio de Janeiro.

Em 2014, fiquei em cartaz no espetáculo "Anônimas", dirigido por Roberto Naar, interpretando Inês e Bárbara (alternadamente, em dias diferentes), com textos de minha autoria. O espetáculo aconteceu simultaneamente em dois espaços cênicos do Rio de Janeiro, no Teatro do Jockey e no Midrash.

Outros personagens que vivi: Hamlet em "Hamlet 2012" (William Shakespeare | Tradução e Adaptação: Carolina Floare | Direção: Sílvia Carvalho); Aurora em "Os Sete Gatinhos" (Nelson Rodrigues | Direção: Sílvia Carvalho); Gisella, Suzana e Sandrão em "Banheiro Feminino" (Texto e Direção: Regiana Antonini); Julieta, Senhora Capuleto e Teobaldo em "Romeu e Julieta" (William Shakespeare | Direção: Mariozinho Telles); a Condessa Chiquinha, Quitéria e Faustina em "Crônicas" (Arthur Azevedo | Direção: Gilles Gwizdek); Madeleine em "A Queda da Casa de Usher" (Allan Poe | Direção: Sílvia Carvalho); a Mulher dos Olhos Verdes em "Olhos Verdes" (Gustavo Adolfo Bécquer | Direção: Sílvia Carvalho).

Como Hamlet em "Hamlet 2012", fiquei em cartaz por duas temporadas no Rio de Janeiro, uma no Teatro Maria Clara Machado (Planetário da Gávea) e outra no Teatro Municipal do Parque das Ruínas e recebi, no X Festival de Teatro Cidade do Rio de Janeiro, Prêmio de Melhor Atriz (2012). Com tradução, adaptação, direção assistente e produção minhas, e direção de Sílvia Carvalho, a peça ganhou ainda indicações nas categorias de Melhor Espetáculo, Melhor Atriz Coadjuvante (Eloise Marangoni) e Melhor Figurino.


# TEATRO INFANTIL
Minha experiência com o teatro infantil inclui os personagens Malévola e Camponesa em "A Bela Adormecida" e Ivana, A Gata em "Pedro e o Lobo", ambas as peças integradas no movimento Teatro Encantado e dirigidas por Sílvia Carvalho, em 2011, 2012, 2013, 2014 e 2015.

Durante o primeiro semestre de 2011, permaneci em cartaz, na Companhia de Teatro Contemporâneo do Rio de Janeiro, com o musical infantil "A Festa no Céu", onde dava vida ao Jabuti Butija, um dos dois protagonistas da história.


# LEITURAS DRAMATIZADAS
Em 2011, participei de dois Ciclos de Leituras Dramatizadas na Companhia de Teatro Contemporâneo, no primeiro atuando como Dilma em "Abajur Lilás", de Plínio Marcos, e no segundo (que co-produzi) como Blanche Dubois em "Um Bonde Chamado Desejo", de Tennessee Williams.



# DIREÇÃO
Em 2015, assumi, juntamente com meus companheiros da Revoada Cia. D' Arte, a direção da peça inédita de Segundo Torres, "Quenga! Quenga! Quenga!", a qual também protagonizei.

Em 2012, assumi o cargo de Diretora Assistente da peça "Hamlet 2012", tendo em vista a participação da peça no X Festival de Teatro Cidade do Rio de Janeiro, com metade do elenco renovado relativamente às duas temporadas anteriores. A peça recebeu, então, a indicação de Melhor Espetáculo.

Em 2010, assisti Gilles Gwizdek na direção de "Os Moços Bonitos", peça adaptada pelo diretor francês a partir de "Teatro a Vapor", de Artur Azevedo, e que ficou em cartaz na Companhia de Teatro Contemporâneo.


# COMPANHIAS
Estou em atividade nas seguintes companhias:


Revoada Cia D'Arte | Fundadora, Diretora Artística, Atriz
Companhia artística de pesquisa e fusão das áreas do Teatro, Cinema, Dança, Música e Artes Plásticas. Seu primeiro trabalho é a peça "Quenga! Quenga! Quenga!" e está em gestação a peça "Nas Voltas do Meu Coração".

Teatro Encantado | Fundadora, Atriz, Produtora
Movimento de teatro infantil com uma missão de resgate das histórias de encantar.»


O trabalho do ator é mais depravado do que uma simples transmissão, tem um quê de sedução.
É carregar, é arrastar consigo, é puxar, é fazer: vem, vem, que eu te levo.
DÉBORA DUARTE
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